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IMPRENSA
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Date : 24 de Janeiro de 2009 |
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Data: 27 de Setembro de 2007 |
Moção de apoio ao governo Cabindês no exílio ... Em 27 de Setembro de 2007 celebrou-se na cidade de Saint-Etienne, um encontro entre os militantes da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (F.L.E.C), organizado pelo Sr. Andrade Carlos, delegado da F.L.E.C no departamento Loire e na presença do Ministro dos petróleos do governo Cabindês no exílio, Senhor Simão Pedro SIEWE NKUEKA O tema do dia: apoiar as diligências relativas à ofensiva diplomática efectuada pelo Comandante António Luís Lopes, o presidente do governo Cabindês no exílio e da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (F.L.E.C), contra os ocupantes angolanos e os seus empregados locais. E, organizar uma reunião em Paris, na presença de muitos militantes da F.L.E.C, o acesso na sala será condicionado pela apresentação do Os militantes da F.L.E.C presentes na sala manifestaram o seu apoio indestrutível ao Comandante António Luís Lopes cujas acções estão em proveito do povo Cabindês que luta pela sua liberdade. A União faz a força. Cabinda não é a Angola. Viva Cabinda livre ! |
Fonte: F.L.E.C. Tel : 0033 1 70 24 37 91 |
Data : 08 de junho de 2007 |
Recenseamento: a nossa luta é fundada sobre a identidade, a liberdade e a Soberania Cabindesa. As autoridades Cabindesas no exílio e a Frente de Liberação do Estado de Cabinda, lançam uma vibrante chamada a todos os cidadãos Cabindeses, onde quer que se encontram a contactarem o governo Cabindês no exílio. Para que serve esse recenseamento? Esse recenseamento serve para termos uma panorâmica sobre a conjuntura dos cidadãos Cabindeses... Para continuarem, e sempre com o acto do militantismo... Para continuarmos a defender a identidade Cabindesa em toda a parte onde quer que nos encontramos... Para sentirmo-nos sempre Cabindeses e não angolanos... E para o efeito, convidam-vos, Caros compatriotas, de entrarem em contacto com as autoridades do governo Cabindês no exílio, que depois de inquerir o caso de cada qual, emitem os documentos seguintes: Certificado de nascimento, Bilhete nacional de identidade, e Cartão de resistente da F.L.E.C. As autoridades Cabindeses no exílio sempre estão à vossa disposição para qualquer informação complementar. Além disso, não cessaremos de denunciar a demagogia das autoridades angolanas, que continuam a ocupar ilegalmente o território Cabindês, arruínam e pilham o país de todas as riquezas, e oprimam os seus habitantes desde 1975 data Denunciamos os acordos angolanos e tudo o que ele comporta, e que são apenas cenas montadas para enganar a opinião pública e internacional em "acordos de paz". Sempre unidos e mobilizados, caros compatriotas, continuam a ser firme e determinados no nosso combate, porque venceremos. Qualquer pessoa que falsificaria documentos emitidos pelos nossos cuidados seria susceptível de continuações judiciais. Cabinda, não é enclave, nem tão pouco Angola, histórica, geográfica e juridicamente. Recenseamento POPULAÇÃO CABINDESA A união é irreversível ! O Povo unido vencerá! Viva F.L.E.C ! Pelo Governo de Cabinda em exílio |
Fonte : F.L.E.C . Tel : 0033 6 29 07 95 94 |
Data : 03 de Dezembro de 2006 |
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No âmbito das actividades relativas à procura do apoio político e de uma solução duradoura para Cabinda. O sr. Francisco BILENDO, Ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo de Cabinda no Exílio e representante da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (F.L.E.C) em Benelux, encontrou o Prof. Rodolfo Stavenhagen, (relator Especial das Nações Unidas encarregado das situações de direitos do homem e das liberdades fundamentais dos povos) em Haia, na Holanda, aquando do Simpósio sobre o direito à autodeterminação no direito Internacional que teve lugar no dia 29 de Setembro ao 01 de Outubro de 2006 e que foi organizado pela organização das Nações e dos povos não representados, Convidado no Simpósio em nome do Governo Cabindês no exílio e da F.L.E.C, dirigido pelo presidente António Luís Lopes, o diplomata do Governo encontrou o relator Especial das Nações Unidas encarregado das situações de direitos do homem bem como vários líderes de outras comunidades, na qual eles abordaram várias perguntas relativas à situação política e Humanitária no território de Cabinda. Este encontro foi de uma importância capital e inclinou-se sobre a situação política e Humanitária no território de Cabinda e as violações dos direitos do homem cometidas pelo regime angolano do MPLA dirigido pelo Sr. José Eduardo dos Santos. O Professor Rodolfo Stavenhagen tem por seu lado prometidos trazer seu apoio político e humanitário no processo de Cabinda, e ajudar o povo Cabindês a encontrar uma solução duradoura (sem excluir as sensibilidades Cabindeses). Por outro lado, o Sr. Francisco BILENDO, Ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo Cabindês no exílio da Frente de libertação do Estado de Cabinda (F.L.E.C), lança um apelo a todos os Cabindeses seja qual for o lugar onde estiverem para permanesserem unidos e de viver na fraternidade; de continuar a serem fieis ao Presidente António Luís Lopes; de resirtirem contra o inimigo que ocupa o nosso território ilegalmente; de continuar a rejeitar o memorando de acordo assinado em 1 de Agosto de 2006 entre António Bento Bembé e o Governo Angolano. Nós, Governo de Cabinda e da F.L.E.C, não fomos representados e não fomos implicados nas negociações angolo-angolanas. Este acordo imediatamente tem sido denunciado pelos representantes do Governo de Cabinda e da F.L.E.C, e contestamos a legitimidade de António Bento Bembé. Este acordo constituí uma agressão politico-jurídica e visa torpedear, sem humanismo, as aspirações legítimas de justiça, de liberdade e de paz do povo Cabindês. Cabinda não é Angola. A história de Angola e de Cabinda consagram as convergências paralelas destas duas entidades; em direito bem como nos factos, Cabinda é Cabinda e Angola é Angola, um é Protectorado e outra é Colónia e provincia de Portugal . O facto da reunificação das Administrações da colónia e do Protectorado não tem nenhum efeito nem político nem Jurídico para os regimes das entidades Viva Cabinda livre, Viva Presidente António Luís Lopes e o Governo de Cabinda no Exílio e a F.L.E.C, Viva os Combatentes da liberdade.
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Fonte : M. Avozinha Pascual, Chefe do Gabinete do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo do Cabinda no Exílio da Frente de Liberação do Estado de Cabinda (FLEC).Tel /Fax: 0033 1 70 24 37 91. Représentação da F.L.E.C em BENELUX |
Data: 6 de Fevereiro de 2006 |
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Lugar de Simulambuco, Tratado Luso - Cabindês A resistência cabindesa denunciou um estado de sede pelas forças de ocupação angolana, no território rico em petróleo que é Cabinda, para impedir a celebração dos 121 anos do tratado entre os cabindeses e os portugueses. As tropas angolanas de ocupação tinham reforçado fortemente a sua posição militar em todo o território Cabindês ocupado, desde o 25 de Dezembro de 2005 e cercaram as casas dos padres católicos de Cabinda. A resistência Cabindesa ameaça pôr actos de desobediência civil após a proibição pelos representantes da ocupação angolana de organizar a celebração que marca o aniversário do dia 1 de Fevereiro de 1885 do Tratado de Simulambuco que coloca Cabinda sob a protecção da coroa portuguesa no momento em que as potências europeias dividiam o continente africano. Os combatentes da liberdade consideram este tratado como base jurídica para as suas reivindicações à libertação total do território Cabindês da influência angolana que é uma antiga colónia portuguesa. Nos anos 1900, Lisboa administrou Cabinda e Angola como dois territórios distintos (Cabinda como protectorado e Angola como província de Portugal) As Organizações dos direitos do homem criticaram severamente a inaptidão do governo angolano. Cabinda produz cerca de 90% do petróleo que dizem ser dos angolanos. Várias ofensivas têm sido lançadas desde o ano 2000 até agora, pelo exército angolano de ocupação e parece ter destruído as bases dos combatentes da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (F.L.E.C). Os Cabindeses perderam uma batalha e não a guerra.
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Fonte : Resistência Cabindesa do interior |
Data:16 de Novembro de 2005 |
A situação de Sr. António BENTO BEMBE, recentemente em liberdade condicional na Holanda, no seguimento do mandado de captura lançado sobre INTERPOL pelos Estados Unidos, em conformidade com a queixa apresentada por Sr. Brent Swan cidadão americano (que trabalha para a Companhia petrolífera Americana) retirado em Cabinda, no mês de Outubro de 1989, por um grupo armado "Posição Militar P-M". Este último tinha participado na negociação financeira para a libertação dos dois reféns americanos. No seguimento das investigações efectuadas pelo governo Cabindês em exílio, resulta que a detenção em Junho de 2005 do Sr. António BENTO BEMBE não se tivesse desenrolado numa sala de conferência para a paz como tivesse-o anunciado ao www.ibinda.com. www.ibinda.org. www.ibinda.net do Sr. Rui Neumann, mas este último tinha sido interpelado pela polícia holandesa à sua descida de autocarros. Certamente que a tentação de querer fugir a justiça Holandesa foi grande para ele, mas a sua consciência devia obrigá-lo a dobrar-se na frente da justiça para responder aos actos que lhe são acusados. Com efeito, fugir a justiça não resolve o problema, bem pelo contrário, a sua fuga permite a justiça tirar argumento sobre a sua eventual culpabilidade para fazer sentar artigos de lei que não somente condená-lo-iam mas asfixiarão também a dinâmica de luta que efectua o povo Cabindês para a sua liberação do jugo angolano. A União faz a força. Cabinda não é a Angola. Viva Cabinda livre ! |
Fonte : F.L.E.C |
Data: 01 de Julho de 2005 |
Cabinda: Incidentes em Cabinda entre manifestantes católicos e a polícia.. Um grupo de católicos de Cabinda, que se manifestava contra a nomeação do novo bispo de Cabinda, envolveu-se terça-feira em confrontos com forças policiais, que utilizaram gás lacrimogéneo para dispersar a manifestação, disse hoje fonte da diocese local. "Os manifestantes queriam fazer passar a sua mensagem contra a nomeação de D. Filomeno Vieira Dias", afirmou o padre Raul Tati, vigário-geral da Diocese de Cabinda. O protesto, que reuniu cerca de uma centena de pessoas, decorreu no exterior do Seminário Maior de Cabinda, aproveitando a presença em Cabinda de quatro bispos católicos Os bispos de Benguela, D. Oscar Braga, do Huambo, D. Alves Queirós, do Cuanza Norte, D. Luís Scarpa, e o bispo auxiliar de Luanda, D. Anastácio Kahango, deslocaram-se a Cabinda para reunir com o clero local e com a comunidade religiosa no âmbito da preparação da posse do novo bispo. Segundo o padre Raul Tati, na sequência do protesto, as forças policiais utilizaram gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes. O vigário-geral da Diocese de Cabinda acrescentou que o incidente não provocou feridos, tendo-se apenas registado alguns danos numa viatura da diocese. A Lusa contactou a Polícia Nacional em Luanda para obter um comentário sobre os incidentes e a utilização de gás lacrimogéneo, mas o porta-voz da corporação escusou-se a fazer qualquer comentário, alegando não possuir dados suficientes. Também não foi possível obter um comentário da Conferência Episcopal de Angola e S. Tomé (CEAST), alegadamente por não se encontrar disponível nenhum responsável com autoridade para se pronunciar. A contestação atingiu o seu ponto mais alto em meados de Março, quando o administrador apostólico da diocese, D. Damião Franklim, foi vaiado durante a celebração da Missa Crismal na Sé de Cabinda. A nomeação do novo Bispo de Cabinda tem sido muito contestada por uma parte dos fiéis católicos de Cabinda, que exige a nomeação de um bispo natural de Cabinda. A contestação atingiu o seu ponto mais alto em meados de Março, quando o administrador apostólico da diocese, D. Damião Franklim, foi vaiado durante a celebração da Missa Crismal na Sé de Cabinda. Esta nomeação gerou fortes protestos entre alguns dos fiéis católicos locais, que reclamam a nomeação de um bispo natural de Cabinda, e um grupo de sacerdotes subscreveu um documento manifestando preocupação pela nomeação de um bispo que não é natural de Cabinda.
Igreja de Tchiowa (Cabinda) |
Fonte : www.noticiaslusofonas.com |
Data: 01 de Fevereiro de 2005 |
Dezenas de milhar de pessoas desfilaram domingo nas ruas de Tchiowa, numa marcha promovida pela Associação Cívica, para assinalar o 120/0 aniversário da assinatura do Tratado de Simulambuco. "A marcha foi um sucesso e aproveitamos para lançar uma mensagem de paz em Cabinda, onde diariamente se assiste a uma violação sistemática dos direitos humanos", afirmou o representante da associação, hoje, em declarações à Agência Lusa. O Tratado de Simulambuco foi assinado em 1885 entre as autoridades portuguesas e as autoridades tradicionais de Cabinda. O representante salientou que esta foi a "primeira vez" que as autoridades locais autorizaram uma manifestação popular deste género nas ruas da cidade. "Durante a manifestação não se registou nenhum incidente grave. A população saiu à rua com todo o entusiasmo", frisou. O representante da associação cívica de Cabinda revelou que a instituição vai apresentar "nos próximos dias, um relatório sobre a real situação de Cabinda". "Se as autoridades defende que Cabinda é Angola, então é necessário que respeitem as populações", defendeu. A actual situação no território foi também comentada pelo representante do Governo angolano em Cabinda, Aníbal Rocha, que admitiu a existência de casos de violações de direitos humanos por elementos das forças armadas, apesar de frisar que esses casos foram julgados e não podem ser generalizados. "Há, de facto, alguns actos de indisciplina que têm sido cometidos por elementos das forças armadas, mas todos esses casos têm sido esclarecidos e, muitos deles, julgados", afirmou o governador, numa entrevista publicada este fim-de-semana pelo semanário "Angolense", que se publica "Estes casos de indisciplina, comparativamente a anos anteriores, diminuíram. Já não se assiste a incidentes com a frequência e gravidade de anteriormente", afirmou. Relativamente à situação militar no território, Aníbal Rocha considerou que está "estável", salientando que "há mais de um ano que não se registam acções de vulto" "A circulação de pessoas e bens faz- se sem qualquer problema, sem escoltas militares", frisou. Para o representante governo angolano em Cabinda, esta situação resulta da progressiva melhoria das condições de vida da população do enclave, já que "algumas das reivindicações políticas têm como base as dificuldades em que as pessoas vivem". "Estou convicto que a resolução dos problemas sociais da população é determinante para a estabilidade total da província", considerou Aníbal Rocha. O problema, segundo o representante governo angolano em Cabinda, é que a verba de seis milhões de dólares mensais, fixada há 10 anos como quota para o território de Cabinda das receitas do petróleo, já não chega para as necessidades. "Esta quota foi fixada há dez anos e, obviamente, já não serve para as reais necessidades de Cabinda", afirmou, acrescentando que o território de Cabinda"não recebe absolutamente mais nada do Orçamento Geral do Estado". Por essa razão, Aníbal Rocha preferia abdicar destes seis milhões de dólares mensais oriundos das receitas petrolíferas e passar a trabalhar com as receitas fiscais geradas localmente, que são muito superiores. "Se me dessem a escolher entre os seis milhões e as receitas locais, diria sem hesitar que preferia trabalhar com o que estamos a arrecadar localmente, que é duas vezes mais do que estamos a receber", afirmou.
Tratado de Simulambuco entre os Portugueses e os Cabindeses |
Fonte : www.lusa.pt |
Data: 13 de Janeiro de 2005 |
Uma delegação Cabindesa dirigido pelo Comandante António Luís Lopes, O presidente do governo de Cabinda no Exílio e o Frente de Libertação de Cabinda foi recebido ao Parlamento europeu em Estrasburgo (França) eurodeputado português, Doutor Mario Soares, antigo presidente de Portugal. Tem prometeu à delegação Cabindesa que organize um encontro inter- Cabindês - O Instituto Nacional do Centro Financeiro Cabindês - INCFC; - A Fundação Cabindesa de Desenvolvimento - FCD; - O Banco Nacional de Cabinda - BNC O Governo do Cabinda no exílio, exercendo a soberania inerente à sua constituição, decida dotar-se dos meios para exercer-o, fora do território nacional. O Governo propõe-se por conseguinte criar uma instituição governamental que assegura a gestão e a regulamentação das suas actividades off-shore, ou seja todas as actividades fora do território nacional. Propõe-se por exemplo establecer as regras de registo das sociedades sob o seu órgão jurisdicional, de estabelecer as regras financeiras e criar uma fundação que recebeos rendimentos libertados por estas actividades aos fins de ajudar o povo Cabindês em matéria social, educativo, cultural e de promover geralmente a causa Cabindesa. Além disso o Governo de Cabinda poderá utilizar os serviços dosseus amigos, para fins Lobbying para a causa Cabindesa e para desenvolver o reconhecimento junto de certos estados, do Governo em exílio. Pelo Governo de Cabinda Cabinda não é Angola. A União é irreversível O Povo Cabindês Unido vencerá. Viva a F.L.E.C ! Viva Cabinda Livre!.
Comandante António Luís Lopes, com presidente Dt Mario Soares |
Fonte : F.L.E.C. Tel: 0033 1 70 24 37 91 |
Data: 26 de Setembro de 2004 |
VISITA DO PRESIDENTE DE CABINDA NO EXILIO A PORTUGAL... O Comandante António Luís Lopes, Presidente da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (F.L.E.C) e do Governo Cabindês no exílio, visitou Portugal, no âmbito de um encontro com amigos portugueses, a fim de obter apoio diplomático no processo de independência do Estado de Cabinda. Cabinda não é Angola. A União é irreversível O Povo Cabindês Unido vencerá. Viva a FLEC ! Viva Cabinda Livre!.
Comandante António Luís Lopes, Praça de descubrimento e Ponto de 25 de Abril, Lisboa (Portugal). |
Fonte : F.L.E.C. Cmdt José Nkuso Tiaba . Tel: 0033 1 70 24 37 91 |
Data: 17 de junho de 2004 |
APELO A RESISTÊNCIA... O governo de Cabinda no exílio lança um apelo a todos os cabindeses, seja qual for o espaço geográfico onde se encontram, a resistirem contra todas as formas de ocupação ilegal de Cabinda e também para combaterem os incorrigíveis divisores. Actualmente o povo Cabindês precisa de vias e meios para conseguir a sua libertação, porque muito dos nossos compatriotas estão espalhados pelo mundo e continuam a sofrer. É por isso que o inimigo continua a enviar as pessoas sem identidade Cabindesa e que não têm coragem de enfrentar os verdadeiros representantes da Causa de Cabinda, e essas pessoas enclusivé viajam com o inimigo sem saberem que estão sendo usadas como bodas expiatores do mesmo inimigo. Denunciamos também toda forma de corrupção e de traição.
Cabinda não é Angola. Viva a unidade Cabindesa. Viva o povo Cabindês. |
Fonte : F.L.E.C. Cmdt José Nkuso Tiaba . Tel: 0033 1 70 24 37 91 |
DATA : 20 de Março de 2004 |
Nós, Presidente do governo de Cabinda no exílio, Frente de Libertação do Estado de Cabinda (F.L.E.C), e todo o povo Cabindês, condenamos com a última energia, a decisão arbitrária e unilateral do governo dos Estados Unidos, de condenar um combatente da liberdade de Cabinda, Arthur TCHIBASSA, a 24 anos e 6 meses de reclusão, e 300.000 dólares de multa .Nós consideramos que o combatente Arthur TCHIBASSA sempre agiu no quadro da legítima legalidade da libertação do povo Cabindês da opressão angolana e dos seus comanditários entre outros as empresas petrolíferas americanas nomeadamente Gulf Oil Company , CHEVRON e TEXACO que não cessam desde mais de um meio – século , de pilhar alegremente nosso petróleo numa altura em que o beneficiário legítimo a saber o povo Cabindês estagna na miséria .Nós declinamos toda a responsabilidade das eventuais saturações da população de Cabinda, tais como o bombardeamento do sítio petrolífero de Malongo, à 20 Kilometros da capitale Tchiowa, Cabinda, e a sabotagem dos poços de petróleo off-shore cujo primeiro esteja situado a 200 metros da costa Cabindesa, que possam resultar dessas decisões unilaterais do governo dos Estados Unidos da América .Por sua parte, o governo de Cabinda no exílio, está pensar em convocar no próximo mês de Abril, provavelmente no dia 25, todos os seus membros e simpatisantes em Paris, para decidir das medidas apropriadas no quadro da libertação sem condição e sem prazo do senhor Arthur TCHIBASSA.Cabinda não é Angola. Viva unidade Cabindesa. REUNIÃO CABINDESA 5 DE JULHO DE 2003
SITIO PETROLIFEIRO AMERICANO A MALONGO (CABINDA). |
Fonte : F.L.E.C Tel: 0033 1 70 24 37 91 |
Data : 26 de Fevereiro de 2004 |
De acordo com o relatório anual do departamento de estado norte-americano sobre direitos humanos, a situação dos direitos humanos em Angola permanece pobre, nomeadamente em Cabinda, e persistem problemas graves apesar das melhorias em algumas áreas. No capítulo, de 15 páginas, dedicado a Angola e divulgado esta quarta-feira, o departamento de Estado norte-americano dá conta de melhorias na tolerância do governo angolano às críticas e protestos, mas também acusa membros das Forças Armadas de Angola (FAA) de terem cometido "assassinatos extra judiciais ilegais", de serem responsáveis por "desaparecimentos" e de terem torturado, violado e abusado de cidadãos angolanos, principalmente em Cabinda "como parte da sal campanha de contra guerrilha contra o movimento independentista F.L.E.C. O documento, cita grupos de direitos humanos não identificados que foram testemunhas, em Cabinda, do desaparecimento de várias pessoas, depois terem sido detidas por forças governamentais devido à sua "alegadas ligações aos rebeldes da F.L.EC. O departamento de Estado norte-americano refere ainda que, no ano passado, houve menos restrições a jornalistas, reconhecendo no entanto que houve "ocasiões" em que o governo restringiu "na prática" a liberdade de expressão e da imprensa para além de fazer o mesmo com o direito à associação, previsto na constituição angolana. |
Fonte : www.rdp.pt |
Data : 01 de Fevereiro de 2004 |
Em ocasião de 119ª aniversário do tratado Luso-Cabindês de Simulambuco, assinado no dia 01 de Fevereiro de 1885, entre as autoridades portugueses e cabindeses que integrou o território de Cabinda à nação portuguesa . O governo de Cabinda no exílio da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), aproveita da mesma ocasião para inaugurar a sua Sede provisória em Paris, no dia 01 de Fevereiro de 2004 as 14 horas; na presença do Presidente Cmdt. António Luís Lopes, do senhor Anny António da Silva KITEMBO e alguns membros do governo e da resistência. Cabinda não é Angola. VIVA CABINDA LIVRE Pelo governo de Cabinda |
Fonte : Governo de Cabinda. Tel/Fax : 0033 1 70 24 37 91 |
Data: 28 de Janeiro de 2004 |
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Fonte : F.L.E.C. Tel / Fax : 0033 1 70 24 37 91 |
Data : 11 de Janeiro de 2004 |
Seis Naturais de Cabinda Mortos por Tropas Angolanas… Grupos de direitos humanos voltaram a pedir na semana passada à comunidade internacional que esteja atenta ao que se está a passar em Cabinda, onde pelo menos seis pessoas foram mortas durante recentes confrontos entre as Forças Armadas Angolanas e os independentistas. Em Micuma, uma centena de quilómetros a nordeste da capital do território, Tchiowa, os soldados abateram três pessoas e feriram 10, depois de se ter verificado uma acção da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC). Noutra localidade, Necuto, junto à fronteira com a República Democrática do Congo, também houve mortos e feridos, depois de se ter verificado que a guerrilha continuava activa. No mês passado, a Comissão Europeia reconheceu que "a situação em Cabinda continua crítica" e prometeu fazer "tudo o que estiver ao seu alcance para assegurar o respeito dos direitos humanos e procurar encontrar uma solução pacífica para o conflito", que se arrasta há mais de 28 anos. |
Fonte : Jorge Heitor www.publico.pt |
Data : 13 de Maio de 2003 |
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Fonte : A Capital |
Data : 12 de Abril de 2003 |
F.L.E.C. denuncia crimes cometidos em Cabinda nas ruas da Alemanha...
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Fonte : F.L.E.C |
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CABINDA
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